sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
you feel down and blue
When life has been unkind, and you're losing your mind, look in the mirror afraid of what you'll find, it feels like time's not on your side. Don't know why but somehow, the ones you love you hate now, you feel down and blue, look at what you've thrown away, they stood beside you all the way, now its too late, its too late for you. McFly
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
viagem mental
As vezes -na verdade muitas vezes- eu me perco. Fico pensando o quão grande esse mundo afora é, ou até mesmo o terror que ele esconde por cada parte. Tenho então esse medo por antecipação de completar meus sonhos. Mas esse temor só atrapalha, percebo que ele é doentio pelo simples fato de eu me poupar fazer tantas coisas ansiando o resultado. Não quero viver assim. O que eu quero dizer com isso? Que a vida nos enche de oportunidades porém a gente não aproveita metade delas por medo, a gente pinóia. Acho que nem todos são como eu, sorte deles.
domingo, 10 de janeiro de 2010
indireta mais que direta
Tem essa parte que gostaria que tudo continuasse como era antes. Só que o antes nunca dura pra sempre. E tem essas vezes que você olha para o passado sentindo saudade. Mas ai que esta: saudade do que? Eu acreditava em tantas coisas, em tantas pessoas. Porem elas não passavam de ilusões, acabei me apoaindo na minha propria imaginação. Foi a minha cabeça que havia desenhado a qualidade delas, ainda bem que acordei a tempo. Eu enxergava o que eu queria enxergar. Na verdade, aquilo nunca existiu. Não quis continuar cega, então disse adeus. Quanto a saudade... não da pra sentir falta do que nunca se teve.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dancing On The Kitchen Tiles
Estávamos sentados, tomando café. O sol invadia a cozinha pela janela da pia. Não devia passar das oito horas da manhã, os pássaros começavam a cantar suas músicas de bom dia.
De repente falei:
- É tudo sobre você.
Ela me olhou curiosa, não entendendo a princípio.
- Ontem você me perguntou algo que pensei que soubesse.
Notei que duas manchas vermelhas se formaram em suas bochechas antes de abaixar a cabeça encabulada. Aquilo só fez ampliar ainda mais meu sorriso. Como ela podia ficar corada apenas com palavras depois da noite passada?
Arrastei a cadeira para trás e me dirigi ao fogão para pegar mais café fresco. Ao despejar o líquido quente na minha xícara, senti que me abraçavam por trás. Estremeci levemente com aquele contato.
- Você faz minha vida valer a pena. – Sussurrou no meu ouvido causando um arrepio ao longo do meu corpo. - É tudo sobre você também.
Depositou um beijo no meu pescoço, em seguida afastou-se. Virei-me para observá-la melhor. Tinha se sentado de pernas cruzadas, agora passava manteiga calmamente na torrada. Quando levantou a cabeça segundos depois, nossos olhos se encontraram. Acho que nunca me senti tão piegas. Ridiculamente romântico.
Seria capaz de qualquer coisa que ela pedisse, somente para vê-la sorrir. Realizaria todos os seus desejos, e em troca exigiria que nunca me negasse um beijo. Ri de mim mesmo, desde quando era bom com rimas? Que seja, no momento só queria parecer o perfeito gentlemen aos seus olhos.
Subitamente ela se levantou, caminhando na minha direção. Encaixou a torrada entre meus lábios, me forçando a comer. Deixei a xícara na pia, e passei os braços em volta de sua cintura, ainda mastigando. Passei minhas mãos por suas costas protegidas apenas pelo fino tecido da camisola. Encostando a cabeça em meu peito, ela disse aquelas três palavrinhas que causam uma enxame de borboletas no estômago. O frisson dominava a cozinha. Segurei sua mão direita e dei início a uma espécie de valsa, só que mais agitada. Dançando sobre os azulejos da cozinha. Rimos que nem duas crianças ao brincar no parque. E dançamos mais. Com o tempo, a lentidão foi dominando nossa coreografia, juntei nossas testas e repeti em voz alta os pensamentos de alguns minutos antes.
- Só não sei o que faria se algum dia me negasse um beijo. – Terminei. Tive impressão de ver lágrimas, mas rapidamente ela juntou nossas bocas, levantei-a fazendo com que se sentasse na bancada. E então me abraçou forte e tornando a dizer:
- Você faz minha vida valer a pena. Eu te amo.
E então eu te disse com um sorriso:
- É tudo sobre você.
De repente falei:
- É tudo sobre você.
Ela me olhou curiosa, não entendendo a princípio.
- Ontem você me perguntou algo que pensei que soubesse.
Notei que duas manchas vermelhas se formaram em suas bochechas antes de abaixar a cabeça encabulada. Aquilo só fez ampliar ainda mais meu sorriso. Como ela podia ficar corada apenas com palavras depois da noite passada?
Arrastei a cadeira para trás e me dirigi ao fogão para pegar mais café fresco. Ao despejar o líquido quente na minha xícara, senti que me abraçavam por trás. Estremeci levemente com aquele contato.
- Você faz minha vida valer a pena. – Sussurrou no meu ouvido causando um arrepio ao longo do meu corpo. - É tudo sobre você também.
Depositou um beijo no meu pescoço, em seguida afastou-se. Virei-me para observá-la melhor. Tinha se sentado de pernas cruzadas, agora passava manteiga calmamente na torrada. Quando levantou a cabeça segundos depois, nossos olhos se encontraram. Acho que nunca me senti tão piegas. Ridiculamente romântico.
Seria capaz de qualquer coisa que ela pedisse, somente para vê-la sorrir. Realizaria todos os seus desejos, e em troca exigiria que nunca me negasse um beijo. Ri de mim mesmo, desde quando era bom com rimas? Que seja, no momento só queria parecer o perfeito gentlemen aos seus olhos.
Subitamente ela se levantou, caminhando na minha direção. Encaixou a torrada entre meus lábios, me forçando a comer. Deixei a xícara na pia, e passei os braços em volta de sua cintura, ainda mastigando. Passei minhas mãos por suas costas protegidas apenas pelo fino tecido da camisola. Encostando a cabeça em meu peito, ela disse aquelas três palavrinhas que causam uma enxame de borboletas no estômago. O frisson dominava a cozinha. Segurei sua mão direita e dei início a uma espécie de valsa, só que mais agitada. Dançando sobre os azulejos da cozinha. Rimos que nem duas crianças ao brincar no parque. E dançamos mais. Com o tempo, a lentidão foi dominando nossa coreografia, juntei nossas testas e repeti em voz alta os pensamentos de alguns minutos antes.
- Só não sei o que faria se algum dia me negasse um beijo. – Terminei. Tive impressão de ver lágrimas, mas rapidamente ela juntou nossas bocas, levantei-a fazendo com que se sentasse na bancada. E então me abraçou forte e tornando a dizer:
- Você faz minha vida valer a pena. Eu te amo.
E então eu te disse com um sorriso:
- É tudo sobre você.
domingo, 25 de outubro de 2009
propagandas de perfume
E é só entrar nos comerciais. São tantos cenários diferentes, cada detalhe usado criativamente... em pensar que aqueles poucos segundos, tão insignicicantes (ou até mesmo irritantes) para algumas pessoas, me inspiram de tantas formas. Por um dia queria estrear em uma propaganda assim, seria de muitas formas inesquecivel. Melhor deixar isso para os grandes modelos, afinal a aparencia é crucial nesses projetos. O que sobra então para os telespectadores como eu é só admirar e comprar o perfume. De resto, a fragancia é sempre resumida naquilo que vemos na televisão. Foram poucas vezes que o cheiro me decepcionou, talvez apenas uma vez.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
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